Valter Junior

CANTINHO DO MUSICO
Estudos Bíblicos
14/08/2001


O "MINISTÉRIO" DA ADORAÇÃO E LOUVOR

Autor: Misael Batista do Nascimento
Reflexões sobre a adoração e o louvor, baseadas em João 4:23-24, Isaías 6:1-8 e II Co 3:17-18.

Introdução

Quando se fala em adoração e louvor é comum a abordagem ritualista, na qual buscamos demonstrar que os "sacerdotes" ou ministrantes da música na igreja devem encaixar-se dentro de certos padrões de vestuário e comportamento para poderem "apresentar-se" nos cultos religiosos. Outra análise é aquela que avalia o aspecto técnico da adoração, enfatizando a necessidade de os responsáveis pelo louvor conhecerem teoria musical para poderem assim apresentar a Deus uma música de melhor qualidade. Os "ministros" do louvor devem ser, por conseguinte, aqueles com aptidões musicais, especialmente quem possua uma formação musical. Existe ainda uma maneira de ver a adoração e o louvor em termos estéticos e culturais. Existem os hinos e os corinhos. Aliás, hoje alguns já dividem a música cristã em três categorias: hinos, corinhos "espirituais" e gospel. Os hinos são de adequação inquestionável – perfeitos, santos e sempre apropriados para qualquer culto; os corinhos espirituais são úteis, desde que sejam devidamente analisados quanto ao seu conteúdo. O gospel é em certas análises visto como totalmente inadequado. Alguns ritmos são profanos e não devem ser usados dentro do prédio que convencionamos chamar de templo ou igreja. Não há problema em ouvir tais músicas durante a semana. No domingo à noite, porém, são condenáveis.

Quero propor uma abordagem totalmente diferente da adoração e do louvor. A mesma pode ser chamada de perspectiva do mistério. Porque a adoração e o louvor são, em última análise, parte de um mistério, uma experiência profundamente pessoal e comunitária, de grande valor espiritual. Esse mistério pode ser verificado em três textos da Escritura: João 4:23-24, Isaías 6:1-8 e II Co 3:17-18.

"Mas vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade" (João 4:23-24).

"No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça.

Então disse eu: Ai de mim! Estou perdido! porque sou homem de lábios impuros, habito no meio dum povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos! Então um dos serafins voou para mim trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniquidade foi tirada, e perdoado o teu pecado. Depois disto ouvi a voz do SENHOR que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim." (Isaías 6:1-8).

"Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade. E todos nós com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito" (II Co 3:17-18).

Os três textos acima aplicam-se a variados temas, mas, ao meu ver, podemos reconhecer que todos têm em comum uma relação com a adoração e o louvor. A passagem de João 4 é uma das mais citadas pelos dirigentes de corinhos em nossas comunidades locais. "Em espírito, em verdade, te adoramos, te adoramos" é apenas um dentre vários cânticos baseados nesse texto.

Nós queremos adorar ao Senhor, e isso em espírito e em verdade. Toda a nossa movimentação a cada domingo, em nos aprontarmos e estarmos em nossas igrejas entoando canções, quero crer, é motivada pelo desejo sincero de apresentar a Deus a nossa intenção de glorificá-lo. Alguns líderes permitem reuniões de jovens aos sábados somente pensando em impedir que os mesmos saiam para programações mundanas. Essa ênfase tem o seu valor mas parece-me que encerra um perigo muito sutil: podemos passar a ver as nossas reuniões como mero preenchimento de agenda, como algo a fazer para evitar que não façamos algo errado, ou pior ainda, muitos podem vir apenas porque não têm nada melhor a fazer em casa. Isso acontece porque perdemos essa noção do mistério que envolve o culto comunitário e a adoração e louvor a Deus. Quando perdemos o referencial do mistério nós ficamos incapacitados de adorar adequadamente.

O que vem a ser então essa adoração em espírito e em verdade? O que vem a ser esse mistério da adoração e do louvor? Entendemos que tal adoração é procurada por Deus. Ele busca adoradores que a pratiquem. A questão é: como praticá-la? O que ela envolve? O que ela realiza nas vidas dos cristãos? Essas questões são respondidas nos textos lidos. Vejamos o que nos diz a Escritura:

O primeiro mistério: adoração e louvor são produtos de uma visão espiritual

Em II Co 3:16 lemos que "quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado", e torna-se apto a, conforme diz o v. 18, "contemplar" ao Senhor. Isso é perfeitamente verificado em Isaías 6: Isaías obteve uma visão. A ênfase nesse ponto é tão forte que isso é citado duas vezes no texto daquele profeta, nos vs. 6 e 5. Vemos em outros lugares das Escrituras exemplos de pessoas que viram Deus, e por isso adoraram. Moisés viu a glória divina no monte e, maravilhado, prostrou-se e adorou (Êx 34:8). Saulo foi derrubado pela visão celestial, passando desde então a servir e adorar ao Senhor Jesus Cristo (At 9:3-6).

Essa visão é concedida primeiramente na conversão. Quando alguém se converte é retirado o véu de obscurecimento, e essa pessoa pode então enxergar as coisas de Deus. Sua mente passa por uma completa modificação. Deus insere nova forma de ver as coisas, a Palavra de Deus é não apenas compreendida mas também amada e absorvida como nutrição e vida. O Deus que antigamente era apenas um vago e obscuro conceito, um ser impessoal ou um Juiz insensível e implacável agora é o nosso Abba, paizinho. Recebemos paz, perdão, alegria, novos horizontes, nova direção, nova vida, libertação do pecado, de Satanás e do mundo. A pessoa que é verdadeiramente convertida afirma como Jó: "Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem" (Jó 42:5). Será que entendemos realmente o que significa isso? Esse é o retrato que as Escrituras fazem daquele que viu a Deus. Se não experimentamos isso nunca vimos a Deus realmente e desconhecemos a obra de salvação realizada pelo Espírito Santo.

Quero aqui enfatizar que essa visão não é estática, mas dinâmica. Acontece de uma vez por todas na conversão sim, mas repete-se de diversas maneiras durante a nossa caminhada com Deus. Após a conversão, essa visão é concedida inúmeras vezes, à medida que vamos aprofundando nosso relacionamento com nosso Pai Celestial. Em II Co 3:17-18 Paulo fala de uma contemplação, de um ver o Senhor dia a dia, de modo que vamos sendo transformados de "glória em glória, como pelo Senhor, o Espírito". Essa é uma ênfase profundamente devocional e pessoal. Adoração e louvor são semelhantes à experiência estética. É como uma relação de amor que não pode ser expressa adequadamente em palavras. É algo que envolve nossa doação por completo à pessoa que amamos. É algo que envolve nossos sentimentos afetivos. A noiva treme diante do amado, cheia de sentimentos de desejo, medo, saudade, pressa, amor, tudo de uma vez só. Assim é o crente diante de seu Deus, nos momentos em que ele recebe uma nova visão.

Nós adoramos e louvamos não uma idéia, não um sistema, não uma instituição. Adoramos a uma pessoa que nós vimos de modo inefável (ou seja, de modo que nós nem conseguimos descrever adequadamente). Tivemos uma experiência de conversão, e temos várias experiência de visitação, quando o Deus vivo nos visita no interior de nossos quartos, dentro dos ônibus, no banheiro do trabalho, nas reuniões comunitárias da Igreja. Nós nos relacionamos com uma pessoa que se revelou a nós e pelo nome da qual somos agora chamados. Por isso adoramos.

Segundo mistério: a visão espiritual mostra Deus como Ele realmente é

Observemos que Isaías viu, em primeiro lugar, a "Yahweh dos Exércitos" (6:1-3). O que ele viu? A majestade e santidade de Deus.

Deus é diferente de um ídolo. Isso é extremamente vital para a nossa compreensão. Quais as características de um ídolo? Os ídolos são feitos por mãos humanas. São produzidos por nós. Tudo aquilo que produzimos artesanal, industrial ou mentalmente e que ocupe lugar de devoção em nossa vida é ídolo, e deve ser quebrado em nome de Jesus. Os chamados astros da TV ou do Show Business são ídolos. As pessoas se norteiam por eles, pelo que vestem, pelo que falam, por seus hábitos, pelo que pensam e ensinam. É por isso que os seguidores assíduos de tais pessoas são chamados fãs, palavra que é uma diminuição de fanático, ou seja, pessoas que seguem de maneira alienada e obstinada a algum sistema de pensamento ou seita religiosa.

Os ídolos são inúteis. Eles não conseguem falar, ouvir, movimentar-se ou atender realmente às necessidades mais profundas da alma humana. Por isso eles são descartáveis. Morre o Ayrton Sena e nós o substituimos pelo Dinho dos "Mamonas". Morre o Dinho e nós observamos os jovens à caça de outros ídolos para ocuparem o seu lugar. Isso porque eles são passageiros e incapazes de realmente preencher aos nossos corações.

Os ídolos instigam a nossa carnalidade, mesmo aqueles que têm uma aparência de religião. Não conseguem transformar-nos de dentro para fora, pois não tratam com a nossa natureza pecaminosa. Pelo contrário, eles satisfazem ao nosso ego, e são por isso, mortais, conduzindo-nos ao inferno.

Os ídolos são demoníacos. Exatamente por eles se posicionarem entre o verdadeiro conhecimento da Majestade e Santidade de Deus, eles são instrumentos de Satanás. O Salmo 96:5 diz: "Porque todos os deuses dos povos não passam de ídolos". A versão de Jerônimo, chamada de Vulgata, traduz este versículo afirmando que os deuses dos povos não passam de "demônios". Isso porque as Escrituras vinculam estreitamente a idolatria com o demonismo. Onde há idolatria o diabo é honrado e Deus é zombado.

Qual a razão dessas considerações? Estou querendo afirmar que é possível que confundamos adoração e louvor com uma atividade que seja, unicamente, uma versão cristã dos shows mundanos. Só que em lugar dos Rolling Stones nós temos o Petra, ou o Matos Nascimento, ou a Aline, ou o Gerd. Em lugar de entronizarmos os ídolos sexo, drogas e rock’n roll nós idolatramos um "tal" de Jesus Cristo, um "tal" de Jeová-Jirê ou um "tal" de Espírito, mesmo que não saibamos direito de quem se trata.

Entenderam o perigo aqui? Podemos, sutilmente, tratar a Deus como se fôssemos meros fãs de Jesus, meros admiradores. Assim como o Bon Jovi não tem direito legal sobre a vida de um fã, Deus não tem direito legal sobre a nossa vida. Deus é um "cara legal", que nós "curtimos muito", e que estamos vindo prestigiar nesse "encontro manero". E é exatamente aqui que mora o perigo. Se tratarmos Deus assim estamos rebaixando-o à posição de ídolo, e ele não quer isso.

Se tratarmos o Senhor como a um ídolo sabem o que acontecerá? Ele não será o Deus das Escrituras, o Deus vivo e verdadeiro, triúno, revelado na Bíblia. Ele será apenas algo inventado por nós mesmos. Em suma, estaremos nos iludindo pensando que estamos adorando a Deus quando na verdade estaremos comemorando um encontro com um produto de nossas mentes finitas e nossos corações pecaminosos.

Este falso deus será inútil. Estaremos perdendo o nosso tempo. Vocês já encontraram alguém que, por mais que freqüente todos os "lourvorzões" ainda é vazio, fraco espiritualmente, possui mente e boca sujas, caráter torto, hábitos pecaminosos nunca derrotados, péssimo temperamento, e problemas cruciais que jamais são resolvidos? Essa pessoa vem em todas as reuniões, canta, dança, sacode os braços, faz uma verdadeira "evangelheróbica" e sai do mesmo jeito que saiu; ou pior, sai diferente: por dentro a mesma desgraça e por fora um suor terrível. Isso porque ele é um fã de Jesus. Ele ainda não foi convertido à visão de Deus em majestade, glória e santidade. Ele nem entende o que seja temor e santo tremor porque a sua noção de Deus é ridícula, é uma caricatura muito mal feita, que não afeta a sua vida prática, seus relacionamentos na família, na escola, no trabalho, na igreja, consigo mesmo.

Esse "cristão" é uma constante presa de Satanás. O inimigo o joga ora para cá, ora para lá. Esse jovem diz que veio de uma reunião de adoração e louvor, onde adorou ao Deus vivo, mas estava "adorando" a um pobre ídolo, e por isso está sendo "cirandado" pelo diabo. Que decepção!

Será que esta é a sua situação? A quem você tem visto em sua adoração, em seu dia a dia? Que tipo de Deus você serve? A uma caricatura ou ao Deus Eterno, cuja majestade e santidade fazem abalar as colunas do templo celestial?

Terceiro mistério: a visão espiritual mostra quem realmente nós somos

A correta visão de Deus faz com que tenhamos uma correta visão de nós mesmos: "Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio dum povo de impuros lábios [...] com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniquidade foi tirada, e perdoado o teu pecado" (Is 6:5,7). Isso foi experimentado por Jó. Após obter a visão espiritual de Deus e de pronunciar as suas célebres palavras já citadas ele afirma: "Por isso me abomino, e me arrependo no pó e na cinza". O Senhor Jesus conta a história de dois homens que subiram ao Templo de Jerusalém para cultuar a Deus. O primeiro, líder da religião de Israel, "posto em pé. ora de si para si mesmo desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho". O segundo homem, um cobrador de impostos tido por desonesto diante da população, "estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador" (Lc 18:10-13).

A adoração e o louvor envolvem o ato de sermos esmagados pela noção de estarmos diante do Deus que é muito maior do que nós, aquele que é o Outro, o Eterno, o Grandioso, no dizer dos teólogos, o transcendente, ou seja, aquele que vai além de qualquer descrição nossa, que é infinito, totalmente separado de sua criação. Diante dele somos, como Ele disse ao profeta Isaías, "vermezinho de Jacó, povozinho de Israel"(Is 41:14). Quando estamos diante dele estamos diante daquele que não existe nos mesmos moldes das coisas criadas. Porque a existência é um atributo das coisas finitas. Deus não está "dentro" da existência como dizem os panteístas. Deus é. O Seu próprio nome denota essa superioridade. Seu nome é Yahweh, que significa Eu Sou (Êx 3:13-14).

Meu caro amigo, quem é você durante e depois da adoração? Tenho visto dirigentes de louvor que são verdadeiras "jajaracas" relacionais, geniosos, orgulhosos, verdadeiras estrelas do Show Business evangélico. Acham que a pobre massa, que a ralé nojenta está tendo um grande privilégio em participar de um "louvor" onde eles estão presentes, cantando e tocando. Você já viram esses tipos de Michael Jacksons evangélicos? São podres. Sepulcros pintados que vêm à frente com caras fingidas pensando que estão oferecendo algo para Deus. Outros são "aparentemente" melhores, não gostam de aparecer, mas jamais experimentaram essa noção de finitude pecaminosa diante de Deus.

Finitude pecaminosa não é apenas consciência dos pecados cometidos. É consciência daquilo que somos, ou seja, pecadores. O pecado não é apenas algo que fazemos, mas que somos em essência. A Seicho-no-iê afirma que todos são filhos de Deus e que o pecado é uma ilusão. O cristianismo diz que todos somos separados de Deus e que todos pecaram e carecem de sua bendita glória. Olhe para dentro de você. O que você enxerga? O apóstolo Paulo viu algo muito feio, um princípio, uma lei de maldade, de distorção, uma tendência frequente para o mal, para a rebeldia, para o distanciamento do Criador. A Bíblia diz que aquilo que nós somos por dentro à parte de graça de Deus é muito feio. Spurgeon, um pregador cristão do século dezenove afirmou que, se houvesse evolução, o estágio mais evoluído do homem seria um demônio.

Esse é você por dentro. Qual a razão daqueles impulsos, daquelas tendências, daqueles sentimentos contraditórios, confusos, maldosos? Porque o egoísmo, os homicídios, o ódio, as revoltas, as indefinições, o orgulho, as coisas ruins? A culpa de tudo isso é do diabo? A Bíblia responde com um não. "Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. São estas cousas que contaminam o homem" (Mt 15:19-20a). É então possível entendermos o quanto somos pequenos e limitados, o quanto somos incapazes de julgar uns aos outros, o quanto precisamos de Cristo não apenas quando tivermos consciência de que fizemos algo errado, mas em todos os momentos e por toda a nossa vida? Dia a dia estamos diante da cruz não apenas pelo que fizemos, para pelo que somos. Esse é o último mistério da adoração. Essa é a adoração em espírito e em verdade.

Conclusão

Quem é capaz de entender esses mistérios da adoração e do louvor? O homem natural, ou seja, a pessoa não convertida é incapaz de apreender isso. Mas os filhos de Deus lavados no sangue do Cordeiro entenderão essas palavras espirituais. Deus deseja que sejamos verdadeiros adoradores. Ele quer que contemplemos sempre a sua glória expressa no Seu Filho Jesus Cristo, Ele deseja que sejamos transformados pelo Espírito Santo em nossa adoração e louvor.

A Ele toda a honra e toda a glória, para sempre. Amém.


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